Araucária, 25 de dezembro de 2011

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Governos do Estado e do Município esboçam plano de estadualização

As Secretarias da Educação de Araucária e do Paraná e o Ministério Público negociam a estadualização das turmas do 6º ao 9º ano. O Sismmar acompanha as conversações e mantém os professores dos anos finais informados sobre o assunto

Em 20 de março, a Smed e a Seed propuseram um plano para a estadualização, que foi ajustado em reuniões seguintes. Ficou assim:

As matrículas de sexto ano da Escola Werka passam para o Colégio Júlio Szymanski já em 2018, que deve abrir quatro turmas.

Os estudantes de 6º ao 9º ano da Escola Aleixo Grebos vão para o Colégio Vespertino Pimpão, e os estudantes dos anos iniciais da Escola Vitório Sfendrych para a Aleixo.

O Colégio Estadual Agalvira Bittencourt Pinto passa definitivamente para o Estado e deve ser ampliado até 2021.

Serão indicados terrenos do município no Tupy e no Pequim para construção de escolas pelo Estado, que deve ocorrer até 2024.

Até 2020 o governo municipal pretende construir novas dependências para as escolas Pedro Biscaia e Ambrósio Iantas. Com a nova Escola Ambrósio, o Município pretende ceder definitivamente a Escola Marcos Freire para o Estado.

A Escola Marcelino também vai compor o processo de estadualização, em regime de dualidade administrativa.

Nas reuniões, o Ministério Público cobrou do Estado a inclusão de mais ou menos 100 alunos do 6º e 7º anos que ainda estão fora da escola. O Estado propôs dualidade administrativa para a Escola Alderico, como solução. Os presentes contestaram e apontaram salas ociosas no Colégio Dias da Rocha. Desta forma, a situação ficou resolvida.

O promotor também indica nessa reunião que os Conselhos Escolares sejam convocados para informar sobre o Processo de Estadualização.

Após o questionamento do Sismmar ao Estado sobre a construção ou ampliação de unidades estaduais, foi informado que na escola Lincoln serão construídas seis salas de aula.

É compromisso firmado de que as crianças da Educação Infantil não serão recebidas pelas unidades sem as adaptações necessárias.

Uma informação nova que apareceu nas discussões foi de que os terrenos onde foram construídos a Escola Archelau e o Complexo Lucy Machado pertencem ao Estado, que deverá formalizar Termo de Cessão com o município.