Araucária, 25 de dezembro de 2011

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Minuta das pedagogas afeta todo o Magistério

A proposta da Smed para o impasse na carreira das pedagogas pode causar impacto também nas Docências I e II. Uma questão tão ampla não pode ser negociada por um segmento. Deve envolver o sindicato, constituído pela categoria pra este fim

Hoje, primeiro dia após o recesso escolar, a Smed deve dar sequência à discussão o impasse na carreira das pedagogas.

Sendo assim, a nova comissão deve se reunir para tratar da minuta de projeto de lei.

A proposta apresentada aponta para a unificação das docências I e II e pedagogas/os no cargo de professor em uma tabela salarial.

A discussão deveria ser mais ampla. Não pode se restringir às pedagogas. A minuta inclusive não deixa claro sobre de que forma será garantido aos professores da docência I e II a atuação de acordo com o nível e área para a qual prestou concurso.

Outra questão importante a ser questionada nessa minuta é a aposentadoria especial se restringir a quem vier a ingressar na rede, não atendendo a quem já tem seu padrão, numa lógica contraditória de não garantir direitos a todos.

Portanto, debates e negociações a respeito dessas mudanças devem necessariamente passar por negociações com o sindicato. O Sismmar foi constituído pelo Magistério em 1989 como organismo de representação nessas questões.

O governo não quer o sindicato nas negociações porque sabe que, por princípio, a direção sindical não vai barganhar direitos. 

Sem sua representação legal, Hissam busca uma forma de fazer dos servidores transgredirem nos seus direitos. Só conversa com quem concorda. Não quer diálogo com quem cobra posição e encaminhamentos, aponta incongruências e propõe alternativas.