Araucária, 25 de dezembro de 2011

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Smed acolhe parcialmente propostas do magistério para PCCV

Na reunião do dia 17 com o secretário da Educação foi possível observar que a Smed está acolhendo parcialmente reivindicações da categoria para mudanças no PCCV. São avanços conseguidos com o estado permanente de mobilização do magistério

A grande participação do magistério na assembleia de agosto (foto) e no Fórum em Defesa da Escola Pública mostraram ao governo que a categoria está alerta

A reunião ocorrida entre a direção sindical e o secretário da Educação na quarta-feira, 17, mostrou que a luta organizada traz avanços.

Embora a minuta de alteração do PCCV não seja conhecida e ainda esteja suscetível a alterações, o secretário já indicou o acolhimento de algumas reivindicações da categoria.

Uma delas é ampliar a participação de trabalhadores nos debates. Como a proposta de mudar a nomenclatura do cargo não poderia restringir o debate a uma comissão entre a SMED e um pequeno grupo de pedagogas, o secretário informou que convocará também os professores/as do 6º ao 9º ano para participar.

A categoria também tem como meta unificar as funções de magistério num cargo único. O secretário propõe apenas a unificação entre as Docências I e II. O cargo passaria a se chamar “Professor em Atividade de Docência”. Os atuais pedagogos ficariam no cargo “Professor em Atividade de Pedagogia Escolar”.

É uma questão para ficarmos atentos por dois motivos. Um deles é para garantir aos professores em docência que continuem atuando na área para a qual prestaram concurso. O outro é assegurar a aposentadoria especial a todas as pedagogas.

Estas preocupações estavam presentes na grande assembleia de 16 de agosto, que deliberou por fazer pressão por negociações e pelos nossos direitos.

Ainda seguem riscos como o triênio e a licença prêmio. Também devemos ficar atentos a outas possíveis surpresas. Especialmente porque a minuta ainda vai passar pela PGM e deve sofrer muitas modificações.

É importante ampliar nossa organização, começando pelos locais de trabalho, para nos defender dos ataques e pressionar o governo, que está ciente que permanecemos em Assembleia Permanente e em Estado de Greve.