Araucária, 25 de dezembro de 2011

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Governo propõe medidas para reduzir repasses ao fundo

Proposta de Hissam é assumir as atuais aposentadorias e eliminar a dívida da prefeitura com o fundo. Além de causar impacto entre aposentados, vai inchar a folha de pagamentos, reduzindo a possibilidade de reajustes

Na tarde de 25 de outubro será realizado mais um Congresso do Fundo de Previdência Municipal de Araucária, na Câmara de Vereadores.

Os conselheiros irão abordar a contratação, pelo governo, do serviço de um atuário que apresentou proposta diferenciada para o cálculo atuarial e custeio do FPMA, que difere muito do atuário Luiz Cláudio Kogut.

Os cálculos apresentados e repactuados todos os anos referem-se a uma dívida com os servidores. Da Constituição de 1988 até a criação do fundo, a Prefeitura descontou, mas não reservou os recursos previdenciários. A dívida confessa da PMA, considerando o déficit atuarial e os aportes oriundos do art. 4º da Lei 1493/04, soma valor superior a R$ 1 bi.

Hissam não quer pagar e propõe nova repartição das massas. A intenção é eliminar a dívida com o FPMA e assumir todos os benefícios e pensões atuais. Deixaria ao Fundo apenas as aposentadorias futuras.

A proposta traria impacto imediato na folha de pagamento, que incorporaria todos os atuais aposentados e pensionistas. Afetaria a carreira e os salários dos servidores em atividade. 

Os conselheiros do FPMA não concordam com a proposta do Executivo e vão ao congresso para debater a questão junto aos maiores interessados em qualquer alteração no plano previdenciário: os servidores!

Governo propõe medidas para reduzir repasses ao fundo

 

Na tarde de 25 de outubro será realizado mais um Congresso do Fundo de Previdência Municipal de Araucária, na Câmara de Vereadores.

Os conselheiros irão abordar a contratação, pelo governo, do serviço de um atuário que apresentou proposta diferenciada para o cálculo atuarial e custeio do FPMA, que difere muito do atuário Luiz Cláudio Kogut.

Os cálculos apresentados e repactuados todos os anos referem-se a uma dívida com os servidores. Da Constituição de 1988 até a criação do fundo, a Prefeitura descontou, mas não reservou os recursos previdenciários. A dívida confessa da PMA, considerando o déficit atuarial e os aportes oriundos do art. 4º da Lei 1493/04, soma valor superior a R$ 1 bi.

Hissam não quer pagar e propõe nova repartição das massas. A intenção é eliminar a dívida com o FPMA e assumir todos os benefícios e pensões atuais. Deixaria ao Fundo apenas as aposentadorias futuras.

A proposta traria impacto imediato na folha de pagamento, que incorporaria todos os atuais aposentados e pensionistas. Afetaria a carreira e os salários dos servidores em atividade. 

Os conselheiros do FPMA não concordam com a proposta do Executivo e vão ao congresso para debater a questão junto aos maiores interessados em qualquer alteração no plano previdenciário: os servidores!