Sindicato dos Servidores do Magistério Municipal de Araucária.

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descaso da prefeitura
A mudança na instituição bancária para pagamento dos servidores municipais de Araucária continua causando transtornos e dúvidas entre os trabalhadores. E mesmo diante das incertezas e dos questionamentos dos servidores municipais diretamente afetados, a Prefeitura continua falhando na comunicação e nas informações oficiais destinadas aos trabalhadores.

Por isso, o SISMMAR e o SIFAR foram pessoalmente até a Secretaria de Gestão de Pessoas na última quarta-feira (2/06) para cobrar esclarecimentos sobre a mudança instituição bancária para pagamento dos salários.

De acordo diretor geral da Secretaria Municipal de Gestão de Pessoas, Ricardo Silva Machado, os agendamentos para as servidoras e servidores que necessitam criar a conta na Caixa Econômica Federal para recebimento do salário será feito pelas chefias e coordenações junto à Secretaria Municipal de Planejamento. No caso dos trabalhadores da educação, o agendamento será feito pelos diretores de escolas e CMEIs.

Essa foi uma mudança ocorrida durante o processo e que trouxe ainda mais dúvidas entre os trabalhadores. Inicialmente, o agendamento deveria ser feito pelos próprios servidores pelo atende.net, mas com a alteração, é preciso cobrar as chefias caso o agendamento ainda não tenha sido realizado.

Mesmo com as dificuldades no processo, a gestão afirma que não haverá problemas no pagamento dos salários deste mês. Até o momento, metade dos servidores já concluíram a troca do banco e eles esperam concluir a migração dos demais trabalhadores nos próximos 20 dias.

Como o prazo é curto, seguimos atentos às dificuldades e às reclamações dos trabalhadores a fim de cobrar providências da gestão.

Alteração causa transtorno e foi feita sem licitação

A notícia de que o pagamento dos salários dos servidores municipais de Araucária será feito pela Caixa Econômica e não mais pelo Itaú trouxe insegurança aos trabalhadores e até mesmo desconfiança se isso não acarretará problemas nos próximos pagamentos. Com a alteração da instituição bancária, é necessário que os servidores que não possuem conta na Caixa solicitem a abertura.

Reforçamos a indignação com essa mudança no momento crítico da pandemia. A necessidade de abertura de conta para tantos servidores em um curto prazo gerou uma grande demanda de atendimento presencial, justo no momento da pandemia quando se deveria evitar aglomerações. A mudança, aliada à desorganização e falhas de comunicação da gestão com os servidores, tem causado muitos transtornos.

Outro questionamento com relação a esse processo foi o fato de a alteração de instituição bancária ter sido feita sem licitação. O questionamento já foi levado pelos sindicatos ao Tribunal de Contas do Estado (TCE). Durante a reunião com os sindicatos, o diretor da gestão de pessoas justificou que, por se tratar de um banco público, foi possível fazer a mudança para a Caixa sem a necessidade de licitação.

Os sindicatos seguem acompanhando o desdobramento e cobrando soluções após tamanha confusão criada pela gestão Hissam.

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