Os vereadores aprovaram o projeto de lei que aumenta de 300 para 400 reais o auxílio-alimentação. Apesar da insistência dos servidores, o legislativo não deu apoio para que se chegasse a 500 reais.

O valor do auxílio permaneceu congelado durante quatro anos. Agora é reajustado por cerca da metade da inflação deste período. Poderia ser melhor, se houvesse algum interesse público.

Mesmo assim, o reajuste de 100 reais é uma conquista que trabalhadoras e trabalhadores arrancaram a duras penas. Só foi alcançada porque o Sismmar e o Sifar conseguiram que a Câmara Municipal antecipasse o valor que anualmente é devolvido ao Executivo. Esta verba foi direcionada para o benefício.

Aí o prefeito não pode mais alegar falta de dinheiro. Teve que ceder.

E, como o problema principal é falta de compromisso com os servidores e os serviços públicos para a população, deixou de encaminhar o reajuste do abono dos aposentados. O direito que equivale ao auxílio-alimentação. Havia sido prometido. O custo do benefício não é grande. É menosprezo, mesmo.

Depois da sanção da lei, o próximo passo para o auxílio é abrir licitação de empresa para gerenciar o vale alimentação. Os sindicatos vão continuar pressionando para que a implantação ocorra o mais breve possível. Sem atropelos, queremos agilidade.