Há muito tempo rondavam na rede rumores sobre a estadualização do ensino do 6º ao 9º ano. A carência de informações a respeito do assunto gerava muita insegurança.

Diante disto, a direção do Sismmar sempre que fosse possível e pertinente passou a questionar a administração municipal com respeito a este propósito. Sempre foi negada a estadualização.

Na audiência realizada em 15 de maio, na Prefeitura Municipal, a secretária Janete Schiontek afirmou categoricamente que “não haverá estadualização, com o repasse de turmas e escolas com o no passado”. Clique aqui para ler a matéria publicada no site do Sismmar naquele dia.

Segundo a secretária o Município apenas iria cobrar do Estado o pagamento da sua parte conforme o acordo firmado no início dos anos 90, que seriam cerca de R$ 18 milhões anuais. Era esta negociação que estavam chamando de estadualização.

No dia 2 de setembro, o Portal de Araucária reproduziu a posição oficial da administração municipal. A mesma resposta de sempre. Clique aqui para conferir.

Dez dias depois a Smed desmentiu o seu próprio discurso falacioso e confirmou os boatos.

Agora, já afirma que o processo vai continuar. Para 2016 serão estadualizadas mais três escolas: Nadir, Azuréa e Marcelino.

E a população de Araucária tem motivos de sobra para questionar a medida. Há poucos dias uma reportagem do jornal ParanáTV mostra o sucateamento da escola Lincoln Setembrino Coimbra, interditada pelo Ministério Público. Esta escola era referência no ensino municipal quando foi repassada ao Estado.

Clique aqui para ver a reportagem.