designação

designaçãoA primeira etapa do processo de designação para o ano letivo de 2020 se encerrou na quarta-feira (11) com diversas críticas dos servidores. Nesse momento, foram designadas as vagas da Educação Especial, assessoramento pedagógico e Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Na Educação Especial, mais uma vez a Secretaria Municipal de Educação (SMED) não aceitou que as vagas itinerantes participassem do processo de escolha e seguiram com a política de indicação. Por mais que a alegação não seja o favorecimento pessoal, mas a qualidade do trabalho com os estudantes, enquanto o processo não for transparente na sua totalidade haverá suspeitas no ar.

Outra contradição do governo no processo foi o tratamento desigual quanto à inscrição. Todos os servidores que se inscrevessem para participar da designação perderiam sua vaga fixa, caso possuíssem. Contudo, na inscrição do Ensino Especial isso não ocorre, porque, segundo a SMED não haveria inscrições suficientes para o número de vagas. O SISMMAR defende que ninguém perca a vaga fixa no ato da inscrição e que todos os professores e professoras sejam tratados com isonomia.

Os professores que atuam no Ensino Especial também perceberam que havia divergência entre a listagem com as vagas, previamente divulgada, e as opções de inscrição no sistema. Também houve vagas cujos nomes das unidades estava trocado.

Além disso, a lista com a classificação nessa etapa era única, sem distinção das vagas pretendidas. Como não existe a possibilidade do servidor conferir se sua classificação está correta, pois não há como saber as vagas pretendidas pelos servidores que estão acima da sua posição na lista.

Os trabalhadores exigem mais transparência. O SISMMAR seguirá acompanhando a segunda etapa da designação, que ocorre entre os dias 16 e 19 de dezembro.