O funcionalismo de Araucária ligou o alerta máximo na defesa dos seus vencimentos. Em assembleia realizada na tarde desta sexta-feira, 25 de novembro, a categoria decidiu fazer greves se não ocorrerem os pagamentos do 13º salário, dos vencimentos de dezembro e das férias. A assembleia foi realizada em barraca instalada na frente do Paço Municipal.

Os servidores representados pelo Sifar decidiram entrar em greve no dia 2 de janeiro, se os pagamentos não tiverem sido feitos corretamente.

Para o magistério, não tem sentido deflagrar greve quanto toda a categoria entra em férias coletivas. Por este motivo, se algum direito não tiver sido pago até o início do ano letivo de 2017, em 1º de fevereiro os professores realizam assembleia para decidir sobre greve.

Como a Prefeitura está tendo dificuldades para honrar o pagamento do 13º salário e do salário de 30 de dezembro, certamente o abono de férias também corre risco. Com respeito a isto, Rui Souza está lavando as mãos e jogando para o próximo prefeito resolver.

Souza já havia suspendido férias até de servidor que estava embarcando em viagem. Depois da ação do Sifar, o prefeito passou a respeitar as férias deferidas, mas tem negado novas autorizações.

Obviamente que, se houver greve no dia 2 de janeiro, o professorado irá reforçar as mobilizações organizadas pelo Sifar, pois esta luta é de todo o funcionalismo.

A assembleia também aprovou moções de repúdio ao prefeito Rui Souza por ter dado calote no vale-alimentação, ter interferido nas férias de servidores e pela recontratação de comissionados.