Dezenas de escolas estiveram representadas na conversa com o Sismmar para encaminhar ações de combate à violência escolar. Membros da guarda municipal também participaram. Este foi o ponto de partida vencer este grave problema que atinge as unidades educacionais.

Na reunião foi feito um diagnóstico da forma como situações de violência acontecem nas escolas. Os presentes levantaram a necessidade de ações conjuntas com o poder público, a comunidade escolar e a sociedade.

Cada escola irá elaborar relatório descrevendo sua situação, para orientar as ações futuras.  Escolas que não estiveram presentes à reunião podem construir coletivamente o seu relatório e encaminhá-lo ao Sismmar para integrar o esforço antiviolência.

Para buscar apoio dos diversos segmentos da sociedade e do poder público será lançado um manifesto, que proporá a realização de audiência pública para tratar da violência nas escolas.

Outras medidas definidas são realizar uma campanha pública para mobilizar a cidade para o tema. Realizar seminário de formação para os professores saberem como atuar na prevenção da violência e como intervir no momento de risco.

Algumas reivindicações também foram apresentadas, como a realização de concurso público para inspetores de escolas, de forma a melhorar a atenção da escola sobre os estudantes no ambiente educacional.

Guarda municipal – Outro pedido é de se aumentar a presença da guarda municipal junto às unidades. Apesar das dificuldades visíveis para a guarda atender a todas as solicitações, a ação deste serviço tem sido importante para as atividades escolares.

O diretor do Departamento de Ação e Prevenção da Guarda Municipal participou dos debates. Edivaldo Tonholi considera importante a atuação do sindicato, das escolas e do poder público para diminuir a violência. A guarda municipal é um agente, mas é necessário um trabalho conjunto para se alcançar resultados duradouros.