A primeira mobilização unificada da campanha hora-atividade pra valer e para todos aconteceu hoje, 25 de maio. O magistério municipal se concentrou na frente da Secretaria da Educação, onde foi instalada uma tenda.

Pela manhã, foi realizada assembleia da categoria, que definiu questões importantes para esta luta da categoria. À tarde, novamente continuam os debates, iniciados às 15 horas.

Na assembleia foi distribuído um folheto com informações sobre o processo de implantação da hora-atividade de um terço da jornada. O que diz a legislação, as propostas já elaboradas desde 2013 e o cenário atual. Clique aqui para ler e aqui para baixar uma cópia.

Um consenso é de que será necessário alterar o Plano de Carreira para assegurar a implantação da medida e sua manutenção nas próximas gestões municipais. E o prazo é até 2 de julho, 180 dias antes do final do mandato, conforme delimita a legislação.

Outra luta da categoria, que atende especialmente aos professores dos anos finais, é que a jornada seja definida em 20 horas-aula semanais.

Mas, efetivamente, o magistério quer conversar com a secretária Janete Schiontek e negociar um modelo que considere as exigências legais e os interesses dos professores e do poder público.

A audiência está marcada para o dia 31 de maio. Deve participar uma comissão com representantes de pedagogas e professores da Educação Infantil, Docência I e Docência II.

A categoria aprovou um modelo distribuição da carga horária de trabalho com o máximo de quinze aulas de 50 minutos para cada professor, com dois recreios dirigidos, completando 13 horas, além das sete horas-atividade. A proposta amplia a jornada diária do professor de Docência II, porém reduz o número de turmas e garante menor sobrecarga de trabalho.

A próxima mobilização da campanha Hora-atividade pra valer e para todos será no dia 2 de junho, em cada unidade de ensino.