No dia 9 de junho, o presidente da Câmara Municipal emitiu ofício ao Banco do Brasil para fazer o repasse de R$ 3 milhões para a Prefeitura de Araucária. O valor é referente à antecipação da parcela de devolução do saldo orçamentário do exercício de 2016.
Agora o prefeito está em condições de autorizar o processo de reajuste do auxílio-alimentação de R$ 300 para R$ 500. Seu valor está congelado desde 2012.
A luta para reajustar o auxílio-alimentação chegou a se transformar numa novela, que ainda não teve seu final feliz. Fazia parte da pauta emergencial que o Sismmar e o Sifar protocolaram junto à administração municipal em 3 de março.
A reivindicação só avançou quando os servidores foram pedir apoio aos vereadores para que houvesse negociações. Das conversas, surgiu a possibilidade de destinar recursos devolvidos pelo legislativo para o prefeito usar no auxílio alimentação.
Para tratar disto foi realizada reunião em 31 de maio, no paço municipal. Ali definiu-se a verba devolvida seria usada no benefício. Só então o executivo faria os estudos para o seu reajuste.
Os sindicatos marcaram sob pressão as autoridades, para que fizessem o trâmite com agilidade.
No dia 6 de junho, o dinheiro já estava reservado. Faltava apenas um ofício da Prefeitura solicitando e repasse da Câmara.
Depois de muita pressão e de duas horas de espera dos sindicatos na Câmara Municipal, o ofício chegou, em 9 de junho. Na mesma hora, seu presidente realizou a transferência financeira para a Prefeitura.
Agora o dinheiro já está na Prefeitura e só depende da vontade política do prefeito de efetuar o reajuste.