Sindicato dos Servidores do Magistério Municipal de Araucária.

Atualizado em 23 de abril

Várias medidas e omissões do governo Hissam estão tendo impacto negativo nas vidas de professores da Docência I, da Docência II, de pedagogos e de aposentados. Por este motivo, na assembleia realizada na tarde de 19 de abril de 2018, no salão do Perpétuo Socorro, a categoria decidiu unir esforços para reverter esses ataques.

O que está em jogo

Pedagogas – Um parecer emitido recentemente pela Procuradoria Geral do Município orienta a revogação da substituição de pedagogos. Os advogados do prefeito passaram a considerar que pedagogo é cargo técnico de 40 horas, ignorando toda a legislação que converge a função para o magistério, como professores.

Além de negar a aposentadoria especial às pedagogas, esta medida abre precedentes que podem levar ao questionamento dos atuais contratos. Profissionais correm o risco de ter dois padrões cassados, além serem exoneradas. Aquelas que já estão aposentadas podem perder a aposentadoria sem chance de voltar à ativa.

Docência I – Desde 2013 esses professores não têm avanços na carreira. O governo se apega a um parecer político encomendado pelo ex-prefeito Olizandro e endossado pelo atual prefeito. É um parecer que mistura leis e processos diferentes para considerar avanços verticais como transposição de cargo.

Docência II – A estadualização do 6º ao 9º ano está colocando em risco as carreiras dos professores dos anos finais. O governo não se compromete em garantir os direitos e a carreira. As medidas propostas, como transformar CMEC em unidade educacional por exemplo, bem como a atuação em projetos nas séries iniciais,   não têm segurança jurídica.

Hora-atividade de 33% da jornada – A lei federal está em vigor desde 2008 e até hoje não vale para os professores da rede municipal de Araucária.

Aposentadas – Professoras aposentadas foram deixadas fora do enquadramento quando foi implantado o atual plano de carreira. Foram à justiça requerer seus direitos e já venceram em primeira e segunda instâncias. O governo sabe que vai perder e se nega a começar a quitar esta dívida, que cresce a cada dia.

O que fazer

A direção do Sismmar vem tentando desde o ano passado negociar soluções com o governo Hissam. A cada nova reunião, o prefeito e seus interlocutores se mostram cada vez menos dispostos ao diálogo.

Diante desta situação a assembleia decidiu:

Por fim, a assembleia também decidiu manifestar apoio à greve dos servidores municipais de Florianópolis.

Também foi deliberado apoio ao movimento das educadoras infantis pelo reconhecimento à carreira como professoras.

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