Desde o início da gestão, diversos ataques aos servidores tem marcado a atuação do prefeito Hissam. Intransigência e nenhum diálogo completam o quadro de descaso e assédio contra aqueles que estão na base do serviço público.
Retroceder em decisões também tem sido comum. Durante a campanha, o então candidato afirmou que manteria o diálogo com os servidores por meio das entidades que os representam, que são os sindicatos. Não é o que se vê.
Em 2018, desde a época da negociação da data-base de reajuste, o prefeito simplesmente rompeu o diálogo, sem justificativa plausível.
Agora, o governo retrocede em pautas como as estadualizações. No início do ano, o secretário de Educação afirmou não seria necessário estadualizar mais escolas nos próximos dois anos. Agora, o discurso mudou: todas as escolas devem ser estadualizadas até 2020. E, pior, não há garantia nenhuma de atuação aos professores da Docência II.
Paralelo a isto, as alterações propostas para o PCCV não contemplam a pauta dos servidores. Não garantem aposentadoria especial às professoras pedagogas, nem a hora-atividade de 33,3% da jornada, e sequer assegura a atuação do professor na área para a qual prestou concurso, entre vários outros pontos.
A eleição de diretores está estagnada, numa clara intenção do governo em nomear pessoas para esses cargos, infringindo o direito à gestão democrática.
O calendário escolar, que sempre era discutido e votado nas unidades, veio sob a forma de imposição, sem nenhum diálogo.
Por nossa carreira e nossos direitos, todas e todos à assembleia nessa quinta-feira, dia 8, a partir das 9h40, no salão do Perpétuo Socorro.
Vamos juntos definir os próximos passos da luta.