No último sábado (05), a direção do SISMMAR se somou aos movimentos sociais e esteve presente no ato, em Curitiba, que pediu justiça pelo congolês Moïse Kabagambe. O trabalhador de apenas 24 anos foi assassinado a pauladas no Rio de Janeiro após cobrar R$ 200 por dois dias de trabalho num quiosque na Barra da Tijuca.
Durante o ato, os manifestantes ocuparam a Igreja Nossa Senhora do Rosário, que foi construída por negros, como forma de protesto contra o racismo.
Os participantes aproveitaram a manifestação para também denunciar o assassinato de outro homem negro no Rio de Janeiro. No dia 02 de fevereiro, Durval Teófilo Filho, 38 anos, foi morto a tiros pelo vizinho Sargento da Marinha, Aurélio Alves Bezerra, que diz ter confundido a vítima com um “bandido”.
O sindicato segue na luta antirracista e manifesta toda solidariedade aos familiares das vítimas e refugiados(as).
Justiça para Moïse e Durval já!