
Há 32 anos, no dia 17 de maio de 1990, a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da lista de distúrbios mentais da Classificação Internacional de Doenças (CID). Devido a esse fato histórico, a data tornou-se o Dia Internacional de Combate à LGBTQIAfobia.
Porém, no Brasil e em muitos outros países não há nada a ser comemorado pelo movimento LGBTQIA+. Em 2021, pelo 12º ano consecutivo, o Brasil foi o país que mais assassinou transexuais no mundo. Além disso, o país também ocupa o primeiro lugar nas Américas em quantidade de homicídios de pessoas LGBTQIA+.
Portanto, hoje (17) é um dia de reflexão para fortalecer a luta contra o preconceito e a discriminação sexual. Consequentemente, é um dia para, mais uma vez, repudiar o presidente Jair Bolsonaro, que tem utilizado de seu cargo público para incitar a violência contra a população LGBTQIA+ e já chegou a afirmar que preferiria ter “um filho morto do que filho gay”.
A lei que criminalizou a homofobia, como mostram os dados mais recentes, não é suficiente para acabar com a violência contra cidadãos LGBTQIA+ no país. Por isso, é essencial que nós, professores e professoras, tenhamos consciência da importância do papel da Educação no combate à LGBTQIAfobia.
É somente através da Educação e de políticas públicas que poderemos ter uma sociedade mais plural, inclusiva, diversa e livre de preconceitos. Neste dia 17 de maio, o SISMMAR reafirma seu compromisso com a defesa da diversidade e contra toda forma de intolerância.
LGBTQIA+ merecem respeito e dignidade! AMOR É AMOR!
“Não desista de ser você só porque o mundo ainda não é bom o suficiente para todo o seu brilho” – Glória Groove, artista gay e cantora Drag Queen