A contribuição sindical cobrada parcialmente nos contracheques de março dos professores não tem nenhuma relação com o Sismmar. A direção sindical já solicitou à administração municipal a retificação da informação.
O dinheiro arrecadado é repassado à Federação dos Servidores Municipais do Paraná (Fesmepar) e à Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB).
O valor refere-se a 20% de um dia de trabalho no mês de março. A contribuição é conhecida como imposto sindical. Pela lei, o Sismmar poderia requerer 60% desse dia de trabalho. Porém, nunca reivindicou sua cobrança. Muito pelo contrário. A direção sindical foi à Justiça para evitar que esta tarifa viesse a ser cobrada dos professores.
A gestão “Saudações a quem tem coragem” é contra qualquer cobrança compulsória da categoria. Seus membros entendem que o sindicato é feito pelos trabalhadores que, conscientemente, contribuem e participam. Só assim é possível manter a autonomia de ação.
O imposto sindical é conhecido como imposto pelego, cujo dinheiro sustenta castas de dirigentes que não têm compromisso com os trabalhadores.
Como exemplo, a Fesmepar e a CSPB nunca fizeram nada pelo magistério. Apenas se lembraram quando vislumbraram a possibilidade de arrancar alguma grana desses profissionais. Foram à Justiça e ganharam liminar que lhes concedeu o direito de receber
Faz dois anos que o Sismmar vem alertando a categoria sobre a cobrança da contribuição sindical. Em março publicamos o alerta à categoria, que pode ser conferido, clicando aqui.
Imagem: sisejufe.org.br