Na noite de ontem (16), o SISMMAR realizou mais uma Assembleia Geral que contou com participação histórica e intensa da categoria. Mais de 330 trabalhadores(as) da Educação participaram da reunião, que debateu principalmente a proposta apresentada pela Prefeitura em mesa de negociação na última terça-feira (15).
Os(as) servidores(as) consideraram o avanço no vale-alimentação, que deve passar a ser de R$ 1.000 a partir de abril, uma vitória parcial, mas que ainda não atende à pauta de reivindicações do magistério.
Com isso, foi aprovado em Assembleia que o magistério segue em Estado de Greve e Assembleia permanente. Também foi deliberado que o sindicato, em conjunto com professores(as), irá intensificar a mobilização pela data-base nos locais de trabalho e nas conversas com a comunidade.
Em reunião com os sindicatos, a Prefeitura marcou a próxima rodada de negociações apenas para o dia 26 de maio. Conforme decisão da Assembleia, o SISMMAR irá oficiar o governo solicitando o adiantamento da data.
Além da aprovação da Campanha de Lutas 2022, também foram definidos encaminhamentos sobre a recomposição do Conselho Municipal de Educação (CME), indicação de membros para o Conselho de Alimentação Escolar (CAE) e o Projeto de Lei de iniciativa da Prefeitura para o terceiro mandato consecutivo de diretores(as).
Recomposição do CME
Durante a Assembleia, foram eleitas as representantes do magistério para a suplência no CME. São elas:
- Luciana Rigon Lemos Torres (suplente da Conselheira Márcia Reis);
- Ana Lúcia Ribeiro dos Santos;
- Adriana Martins Silva.
Indicação de nomes para o CAE
Os(as) professores(as) que vão representar o magistério no CAE são os seguintes:
- Jurandyr Ferreira dos Santos Filho (titular);
- Kathleen Marczynski (suplente);
- Lismara de Oliveira (suplente).
PL da Prefeitura para eleição de diretores(as)
A direção sindical fez o repasse do Projeto de Lei da Prefeitura, que pretende alterar o art. 32 da Lei Municipal 3508/2019. Caso essa alteração prossiga, os(as) diretores(as) das unidades terão direito a um terceiro mandato consecutivo, o que vai em direção contrária à defesa do sindicato e da categoria, que é pela gestão democrática e limite de, no máximo, dois mandatos consecutivos.
O magistério votou de forma unânime contra a proposta da Prefeitura. Também foi deliberado que a Assessoria Jurídica do SISMMAR não irá custear processos na defesa de um terceiro mandato.
Redução do porte das escolas
Por fim, como inclusão de pauta, a direção sindical informou que está solicitando junto à Secretaria Municipal de Educação (SMED) a redução do porte das escolas para que todas as unidades tenham, além do(a) diretor(a), diretor(a) auxiliar.
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