Sindicato dos Servidores do Magistério Municipal de Araucária.

Participando da mesa de abertura, o secretário da Educação Henrique Theobald expôs a situação de caos que herdou a educação municipal e a pressão que recebia, e ainda busca resolver, do Ministério Público. Segundo ele, em janeiro, apenas dois Cmeis tinha autorização para funcionar.

A coordenadora geral do Sismmar Eloísa Helena Grilo lembrou que os professores historicamente atuam para a realização do Plano Municipal de Educação. Ela relatou as várias tentativas promovidas até que em 2014 fosse conquistado o PME.

A educadora Fernanda Amaral falou representando o Sifar. Ela cobrou melhores condições de trabalho e investimento na formação e hora-atividade para as educadoras.

A palestra de fundo ficou para a professora doutora Andrea Caldas (UFPR), que falou sobre o andamento do Plano Nacional de Educação, fazendo ponte para a avaliação do Plano Municipal de Educação. Para ela, o Plano Nacional de Educação e as conferências cumpriram o anseio da geração de 1930, da escola nova.

Finalmente temos um plano que, apesar das suas contradições, propõe avanços significativos e democráticos para a educação. Na nova conjuntura, o MEC não mostra compromissos com o PNE. Isto aumenta a responsabilidade da sociedade civil no debate e na mobilização para se cobrar os investimentos e as políticas definidas no plano.

Os debates seguiram na manhã desta sexta-feira, 27, com trabalhos em grupos temáticos para analisar o encaminhamento de cada meta do PME.

Para o período da tarde está reservada a plenária que receberá as críticas e sugestões para tornar reais as metas do Plano Municipal de Educação.

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