Sindicato dos Servidores do Magistério Municipal de Araucária.

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Não haverá aulas nas escolas municipais de Araucária nesta terça-feira, dia 11. Os professores vão realizar atividades de protesto contra o congelamento dos direitos de carreira e dos salários.

Atividades

A categoria se concentra a partir das 8h30 ao lado da Secretaria da Educação, de onde sai em caminhada à Prefeitura Municipal para um ato público e reunião com a administração municipal.

À tarde será realizado seminário na Câmara Municipal. O economista Sandro Silva, do Dieese, falará sobre Orçamento e Lei de Responsabilidade Fiscal. O advogado Ludimar Rafanhim abordará o tema Previdência e Plano de Carreira.

Crise

A direção do Sismmar reconhece que a Prefeitura Municipal de Araucária passa por problemas financeiros, mas afirma que a categoria não vai aceitar a conta da crise, com o congelamento dos direitos e dos salários.

Só depois que os professores começaram a construir a mobilização é que a administração municipal decidiu reduzir os cargos comissionados. Mas foram apenas 20%. Permanecem cerca de 260 cargos. É um número exagerado para cidade do porte de Araucária e pesa cerca de R$ 1,5 milhão na folha de pagamento, por mês.

Mobilização

Percebendo a força do movimento, a administração municipal aceitou estabelecer um calendário de negociações para tratar das condições de trabalho. O pedido foi feito em fevereiro e somente agora, véspera da paralisação, foi aberta esta possibilidade.

Existem muitas carências que precisam ser cuidadas pelo poder público. O sindicato defende que as medidas adotadas para cada modalidade e para cada escola, sejam construídas com os professores. São eles que sentem as necessidades de espaços físicos, equipamentos e materiais.

A paralisação é um alerta ao prefeito. O magistério está mobilizado e vai cobrar negociações sérias e respeito aos seus direitos previstos no Plano de Carreira. Poder evoluir na carreira por causa dos cursos realizados e pelo tempo de serviço é legal e é legítimo. Se a Prefeitura não pagar direitos como estes, vai gerar passivo trabalhista e causar mais prejuízo aos cofres públicos.

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