O dia 18 de maio é a data marcada para os professores e demais servidores municipais voltarem ao Paço Municipal e cobrarem a continuidade das negociações.
Na assembleia unificada do funcionalismo, realizada em 6 de abril, a categoria aceitou a proposta do prefeito Olizandro (PMDB) e suspendeu a greve até 18 de maio.
Pelos termos propostos, nessa quarta-feira a administração municipal deve constituir mesa de negociação com o Sismmar, o Sifar e a Câmara de Vereadores para discutir a reposição inflacionária dos últimos doze meses.
Os servidores querem tratar nesta reunião de todas as pauta prioritária apresentada em 3 de março (vale-alimentação, progressões e promoções, concurso público e repasses ao FPMA). O magistério também quer o cumprimento da lei nacional que trata da hora-atividade de um terço da jornada.
Outro compromisso assumido foi realizar todos os esforços para fazer a reposição na data-base, em junho.
Está acertado também que não haverá desconto dos dias de greve ocorrida de 30 de março a 6 de abril, com a devida reposição dos dias parados. O poder público emitirá um decreto regulamentando a reposição.
A administração municipal também se comprometeu a extinguir a ação judicial que imputava multa aos sindicatos por não manter funcionando os serviços em até 100%, mesmo com a greve legal.