O abono de férias  corresponde a um terço do salário.

O argumento da administração municipal para não fazer o pagamento é de que eles haviam recebido indevidamente antes e agora teria ocorrido apenas a regularização da situação.

Mas este desconto é um acinte. Professores que, por exemplo, assumiram seus cargos em março de 2010 teriam direito a férias a partir de março de 2011. Mas no caso do magistério as férias são coletivas. Estes gozaram seu direito em janeiro, antes de completar um ano, e receberam o abono de férias.

Agora, retroativamente, a Prefeitura Municipal entendeu que eles não teriam direito e fez a compensação.A medida tem fundo legal, mas na forma e no momento em que foi adotada se revela mais uma provocação contra a categoria.

O Departamento Jurídico do sindicato está á disposição dos interessados para todos os esclarecimentos  sobre esta questão.

Imagem da Associação dos Empregados do Banco da Amazônia