O prefeito comprometeu-se a enviar projeto de lei para remanejar 5 milhões de reais do orçamento e garantir os pagamentos das aposentadorias e pensões nos meses de setembro e outubro.

Já, para os meses de novembro, dezembro e para o décimo-terceiro, o prefeito não sabe de onde vai tirar o dinheiro. Aos conselheiros do FPMA, Rui Souza pediu prazo até 15 de outubro para mostrar como saldará sua obrigação.

Uma ajuda pode vir da Câmara de Vereadores, que deve devolver aos cofres municipais uma sobra dos recursos recebidos neste exercício.

A dificuldade não é apenas orçamentária, mas financeira também. Isto deixa a categoria ainda mais em estado de alerta para não aceitar nenhum tipo de calote. Estão seriamente ameaçados os benefícios dos aposentados de agora e do futuro. Nem os salários dos servidores em atividade estão a salvo.

Por todos estes motivos, ninguém pode faltar ao Congresso do FPMA, que será realizado na quinta-feira, dia 15, às 13h30min, na Câmara Municipal.

No evento será debatida a situação criada pela Prefeitura e definidas formas de ação conjunta na defesa das aposentadorias, dos salários e do Fundo de Previdência.

 

Na foto, o congresso do FPMA realizado em 2015